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sexta-feira, 8 de abril de 2016

Palavra do dia: CHUSMA

A partir de hoje, para aumentar o vocabulário dos leitores deste blog, vamos fazer uma série de postagens sobre palavras diferentes ou pouco usadas no seu dia a dia, falaremos sobre o seu significado, origem e como usar

E palavra do dia é: CHUSMA

Chusma, é nada mais que o coletivo de pessoas, indivíduos ou até mesmo coisas. Pode ser usado para representar pessoas desagradáveis, você pode usar chusma, por exemplo:

 - Aquela chusma de babacas não saem da frente do estadio.
 - Uma chusma de desocupados estavam discutindo perto de mim.

Ou você pode usar para se direcionar para pessoas que você gosta, por exemplo:

- É uma chusma de gente boa.
- Olha que chusma de pessoas lindas.


A palavra teve sua origem do latim, clusma.



A palavra do dia é essa, e até amanha com a próxima.






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domingo, 3 de abril de 2016

A visão das diferenças no etnocentrismo

"Etnocentrismo é uma visão do mundo onde o nosso próprio grupo é tomado como centro de tudo e todos os outros são pensados e sentidos através dos nossos valores, nossos modelos, nossas definições do que é a existência."
No etnocentrismo, existem dois planos do espírito humano - sentimento e pensamento - vão juntos compondo um fenômeno, não apenas fortemente arraigado na história das sociedades como também a colocação central do indivíduo em sua cultura, sobre o etnocentrismo pode ser expressa como a procura de sabermos os mecanismos, as formas, os caminhos e razões, enfim, pelos quais tantas e tão profundas distorções se perpetuam nas emoções, pensamentos, imagens e representações que fazemos da vida daqueles que são diferentes de nós.
Este problema não é exclusivo de uma determinada época nem de uma única sociedade. Dentre os fatos humanos, é um daqueles de mais possui unanimidade na opinião de um grupo, e todo aquele que tem estilo diferente é repudiado. Este choque gerador do etnocentrismo nasce, talvez, na constatação das diferenças onde essa diferença é ameaçadora porque fere nossa própria identidade cultural.
O que importa realmente, é o fato de que, uma mesma atitude informa os diferentes grupos. A atitude etnocêntrica tem um correlato bastante importante e que talvez seja elucidativo para a compreensão destas maneiras exacerbadas e até cruéis de encarar o “outro” o pressuposto de que o "outro" deva ser alguma coisa que não desfrute da palavra para dizer algo de si mesmo.
Ao “outro” negamos aquele mínimo de autonomia necessária para falar de si mesmo. Tudo se passa como se fôssemos autores de filmes e livros de ficção científica onde podemos falar e pensar o quanto é cruel que possa existir pessoas diferentes de mim, que são capazes de tudo, e isso permite que eu posso pensar e julgar esse indivíduo tudo o que eu quiser como pessoa. Assim, de um ponto de vista do grupo do "eu os que estão de fora podem ser brabos e traiçoeiros bem como mansos e bondosos. Aliás, "brabos" e "mansos" são dois termos que muitas vezes foram empregados no Brasil para designar o "humor" de determinados animais e o "estado" de várias tribos de índios ou de escravos negros.
Talvez devêssemos pensar melhor sobre a cultura e os estilos dos outros, e pelo menos uma vez esquecer do nosso egoísmo e nos colocarmos no lugar do próximo para saber do seu ponto de vista, como é sua visão do mundo. Um dia combater as ofensas com um sorriso, no outro combater a indiferença com elogios, e esquecer as diferenças por alguns segundos.
  



Fonte 

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